Notícias

  • 18 de novembro, 2015

    Bill Gates anuncia doação de US$ 2 bilhões para pesquisa com energia sustentável

    Bill Gates impressionou no quesito ajuda à sustentabilidade durante uma entrevista dada ao The Atlantic, nos Estados Unidos. O empresário declarou que irá doar US$ 2 bilhões para que pesquisas científicas sejam feitas em busca de meios menos prejudiciais de produção de energia no país. Ele acredita que com isso pode dar um empurrão para que a humanidade busque fontes de energia que não aumentem mais ainda os efeitos do aquecimento global.

     

    Como forma de destacar a falta de investimentos nesta área, ele fez uma comparação com a saúde: “Quando as pessoas passaram a ver o câncer como um problema, o governo dos Estados Unidos declarou guerra à doença, e agora investe cerca de US$ 30 bilhões ao ano em pesquisa, sendo que US$ 5 bilhões são destinados apenas para o câncer. Nós passamos a levar a sério e fizemos um monte de pesquisas”, comentou o empresário.

     

    No entanto, ele ressaltou que mesmo com a vigente preocupação em relação aos problemas ambientais, nenhum governo (inclusive o dos Estados Unidos) deu algum incentivo de alto custo na busca de soluções. “Talvez, os EUA devam declarar uma ‘guerra contra o carbono’”, exclamou Gates.

     

    Ele destacou considerar importante aos países se comprometerem diante a uma conferência – tendo em mente a conferência climática de Paris que acontece no final do mês de novembro. Porém, confessou que, se não houver dinheiro direcionado exclusivamente a esta problemática, apenas pequenas parcelas das emissões de gases poluentes serão realmente diminuídas. Bill Gates frisou que resultados científicos podem ser alcançados quando alertas reais são feitos e mostrou acreditar que, ao menos em seu país, o investimento privado é necessário nesta luta.

     

    Entre a quantia que ele colocará a dispor das pesquisas de sustentabilidade energética, parte será focada na energia eólica e solar. A ação será mais uma levantada pelo Instituto Bill e Melinda Gates, que também trabalha auxiliando causas humanitárias.

     

    O empresário ainda ressalta que, comercialmente, os investidores não podem esperar da tecnologia de energia o mesmo que esperam da tecnologia digital, já que é necessário ter muito mais paciência. A solução que nos levará além na economia de energia à base de CO2 será uma mistura de coisas. E com certeza “vai ser uma confusão”, comenta Gates, mas alguns vão ser muito grandes no mercado assim que encontrarem o caminho certo.

     

     

    17/11/2015

    Publicado originalmente no site “Celulose Online”

    http://celuloseonline.com.br/bill-gates-anuncia-doacao-de-us-2-bilhoes-para-pesquisa-com-energia-sustentavel/

     

     

     

    SATHEL – Locação de Caldeiras

    A SATHEL dispõe de um grande estoque de Caldeiras aquatubulares e flamotubulares para qualquer aplicação industrial nas opções de locação e vendas atendendo diversas faixas de capacidade, pressão de trabalho e combustíveis. Opcionalmente podem acompanhar a Caldeira diversos equipamentos complementares customizados, tais como, economizadores, desaeradores, tancagem para combustível, tratamento de água, bem como, estações redutoras de vapor ou combustível (GN, GLP ou óleo) e de bombeamento aquecimento e transferência de óleo combustível.

  • 11 de novembro, 2015

    Nova técnica para produzir hidrogênio com energia solar

    Estratégia para combustível limpo

    Equipes de todo o mundo estão trabalhando duro em busca de um método barato para gerar combustível limpo.

    Uma ideia interessante é usar a energia solar para quebrar as moléculas de água em hidrogênio e oxigênio e, em seguida, usar o hidrogênio como combustível – usado em uma célula a combustível, o hidrogênio gera eletricidade e o único resíduo é novamente água.

    Mas quebrar a água em seus elementos constituintes de forma eficiente não tem-se mostrado uma tarefa fácil.

    Agora, uma equipe da Universidade de Wisconsin, nos EUA, deu uma contribuição importante para esse esforço. Além de melhorar a eficiência dos processos envolvidos, eles desenvolveram uma nova ferramenta conceitual que pode ser aplicada de forma mais ampla nas diversas técnicas usadas para quebrar a água usando a luz solar.

    Tae Woo Kim e seus colegas descobriram uma maneira de aumentar a eficiência com que um eletrodo usado para a separação da água absorve os fótons solares – e, ao mesmo tempo, melhorar o fluxo de elétrons de um eletrodo para o outro, para que energia seja aproveitada.

    “Nosso estudo irá incentivar pesquisadores da área a desenvolver maneiras de melhorar múltiplos processos utilizando um único tratamento,” disse a professora Kyoung-Shin Choi, orientadora da equipe. “Portanto, não se trata apenas da obtenção de uma maior eficiência, trata-se de oferecer uma estratégia para esse campo de pesquisas.”

    Nitrogênio e elétrons

    Quando se constrói um eletrodo para capturar a luz do Sol, o objetivo é obter o máximo do espectro solar para excitar os elétrons no eletrodo, de forma que eles se desloquem de um estado para outro e fiquem disponíveis para a reação de decomposição da água. Igualmente importante, mas um problema inteiramente diferente, os elétrons precisam mover-se facilmente do eletrodo para um contra-eletrodo, criando um fluxo de corrente.

    Até agora, eram necessárias manipulações distintas no material para aumentar a absorção dos fótons e o movimento dos elétrons.

    A equipe descobriu que os dois problemas podem ser abordados conjuntamente aquecendo um eletrodo feito de vanadato de bismuto (BiVO4) a 350 graus Celsius enquanto se força sobre ele um fluxo de nitrogênio.

    O resultado foi um aumento notável tanto na absorção dos fótons do Sol – o primeiro problema -, quanto no transporte dos elétrons – o segundo problema.

    Tudo aparentemente devido a “defeitos” na estrutura do eletrodo gerados na absorção do nitrogênio. E esse nitrogênio ainda reduz a energia necessária para energizar os elétrons até o estado em que eles ajudam a quebrar as moléculas de água.

    Agora é esperar que a técnica seja incorporada por todas as diferentes linhas de pesquisa envolvendo a produção de hidrogênio com energia solar, e ver qual delas produz o melhor resultado.

     

     

     

     

    06/11/2015

    Publicado originalmente no site “Inovação Tecnológica”

    http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=tecnica-produzir-hidrogenio-energia-solar&id=010115151106#.VkNvrtKrRpQ

     

    SATHEL – Locação de Caldeiras

    A SATHEL dispõe de um grande estoque de Caldeiras aquatubulares e flamotubulares para qualquer aplicação industrial nas opções de locação e vendas atendendo diversas faixas de capacidade, pressão de trabalho e combustíveis. Opcionalmente podem acompanhar a Caldeira diversos equipamentos complementares customizados, tais como, economizadores, desaeradores, tancagem para combustível, tratamento de água, bem como, estações redutoras de vapor ou combustível (GN, GLP ou óleo) e de bombeamento aquecimento e transferência de óleo combustível.

  • 04 de novembro, 2015

    Bateria de ar-lítio em automóveis poderá rivalizar com gasolina

    Baterias de última geração

    Um novo protótipo funcional de uma bateria de lítio-oxigênio – ou lítio-ar – renovou as esperanças de um avanço no campo das baterias, mostrando como resolver vários dos problemas que têm limitado o desenvolvimento desses dispositivos promissores.

    A bateria tem uma densidade de energia muito alta, tem 90% de eficiência e pode ser usada e recarregada mais de 2.000 vezes.

    As baterias de lítio-oxigênio, ou lítio-ar, têm sido apontadas como as baterias “definitivas” devido à sua elevada densidade teórica de energia, que é pelo menos 10 vezes maior do que uma bateria de íons de lítio. Essa alta densidade de energia seria comparável à da gasolina, viabilizando carros elétricos de grande autonomia com baterias custando apenas 20% e igualmente pesando apenas 20% em relação às atuais.

    Contudo, há vários desafios práticos que precisam ser vencidos antes que as baterias de lítio-ar tornem-se uma alternativa viável à gasolina e ao etanol, assim como acontece com outras tecnologias buscando “baterias de última geração” – como as baterias de lítio-silício, as microbaterias, as baterias líquidas, as baterias de lítio-enxofre e até as baterias feitas com vírus.

     

    Química da bateria

    Agora, pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, demonstraram como alguns desses obstáculos podem ser superados. Eles criaram um protótipo de uma bateria de ar-lítio que superou de longe todas as tentativas anteriores.

    Tao Liu e Clare Grey usaram um eletrodo de carbono altamente poroso – formado, no limite, por folhas de grafeno – e aditivos que alteram as reações químicas que fazem a bateria funcionar, o que a tornou mais estável e mais eficiente.

    Em protótipos anteriores, a formação de peróxido de lítio durante o descarregamento – o período em que a energia da bateria é usada – junta-se com uma série de outras reações indesejáveis que atacam o eletrólito e reduzem a eficiência global da bateria. Além disso, as partículas de descarga acabam entupindo os pequenos poros do eletrodo receptor.

    Para contornar estes problemas, Liu projetou sua bateria para produzir hidróxido de lítio (LiOH) em vez de peróxido de lítio (Li2O2). Um passo essencial foi a adição de iodeto de lítio como mediador, o que reduziu a resistência e reações químicas indesejáveis que chegavam a inutilizar a bateria, tornando-a muito mais estável após vários ciclos de carga e descarga.

    Um outro avanço importante foi o uso de óxido de grafeno reduzido como eletrodo de recepção. Os poros maiores desse material permitiram uma maior captura dos cristais de descarga.

     

    Bateria de ar-lítio prática

    Estas melhorias, gerando alta eficiência e alta ciclagem, prometem acelerar o desenvolvimento de uma bateria de lítio-ar comercialmente viável.

    No entanto, embora os resultados sejam promissores, os pesquisadores reconhecem que uma bateria de lítio-ar prática não deverá se tornar realidade antes de uma década de novos desenvolvimentos.

    “O que conseguimos é um avanço significativo para esta tecnologia e indica áreas inteiramente novas de investigação – não resolvemos todos os problemas inerentes a esta química, mas nossos resultados mostram rotas rumo a um dispositivo prático,” disse a professora Clare Grey, cuja equipe se destacou ao descobrir o mecanismo que faz as baterias de lítio eventualmente explodir.

     

     

     

     

    29/10/2015

    Publicado originalmente no site “Inovação Tecnológica”

    http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=bateria-ar-litio-rivalizar-gasolina&id=010115151029#.VjnvDtKrRpQ

     

    SATHEL – Locação de Caldeiras

    A SATHEL dispõe de um grande estoque de Caldeiras aquatubulares e flamotubulares para qualquer aplicação industrial nas opções de locação e vendas atendendo diversas faixas de capacidade, pressão de trabalho e combustíveis. Opcionalmente podem acompanhar a Caldeira diversos equipamentos complementares customizados, tais como, economizadores, desaeradores, tancagem para combustível, tratamento de água, bem como, estações redutoras de vapor ou combustível (GN, GLP ou óleo) e de bombeamento aquecimento e transferência de óleo combustível.

  • 28 de outubro, 2015

    Fuligem de vela aumenta energia das baterias de lítio

    Fumaça de vela high-tech

    As baterias de lítio usadas em aparelhos portáteis usam eletrodos de carbono.

    Mas o carbono não é adequado para baterias de maior potência, como as usadas em carros elétricos porque o material não consegue fornecer uma densidade de corrente muito grande.

    A culpa não é exatamente do carbono, mas da estrutura do material aglomerado. É por isso que pesquisadores estão procurando novas estruturas físicas com esse elemento na borracha de pneus velhos e em tipos especiais de grafite, por exemplo, todos materiais à base de carbono.

    Manohar Kakunuri e Chandra Sharma, do Instituto Indiano de Tecnologia, foram encontrar um eletrodo de carbono de alta potência em um local aparentemente pouco afeito à alta tecnologia: na fuligem gerada pela queima do pavio de uma vela.

    Quando uma vela queima, a fuligem preta que se desprende é essencialmente carbono. Os dois pesquisadores recolheram amostras dessa fumaça na ponta e no centro do pavio, e então compararam o tamanho, a forma e a estrutura do carbono.

    Os resultados mostraram que o processo de queima forma nanopartículas com dimensões de 30 a 40 nanômetros que, mais importante, ligam-se em uma rede estreitamente interconectada. O melhor material é aquele extraído da ponta da vela, porque a temperatura de queima chega a incríveis 1.400º C, o que elimina impurezas – sobretudo a cera – e torna a estrutura de carbono um condutor elétrico melhor.

    Nanoestrutura de carbono

    Com base em uma técnica de avaliação chamada “carga e descarga cíclicas”, o material mostrou-se mais eficiente em taxas elevadas – quanto maior essa taxa, mais potente é a bateria.

    A dupla estima que uma bateria de carro elétrico precisaria de 10 quilogramas de fuligem de carbono com as características da fuligem das velas. Embora pareça ser uma solução pouco afeita aos processos industriais em larga escala, os pesquisadores afirmam ter conseguido os 10 kg de eletrodo em uma hora, queimando um número não informado de velas.

    “Geralmente nós negligenciamos as coisas mais simples; a fuligem das velas não é algo novo, mas só agora estamos começando a olhar para ela como uma potencial fonte de carbono,” disse o professor Sharma. “Estamos muito animados com os resultados. Esta nova abordagem é muito simples e os custos envolvidos são mínimos, podendo baratear a produção das baterias”.

    Com a grande eficiência verificada, a tendência é que a equipe trabalhe na sintetização de uma nanoestrutura de carbono similar à da fuligem das velas.

     

     

     

     

    26/10/2015

    Publicado originalmente no site “Inovação Tecnológica”

    http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=fuligem-vela-aumenta-energia-baterias-litio&id=010115151026#.VjCsBdKrRpQ

     

     

    SATHEL – Locação de Caldeiras

    A SATHEL dispõe de um grande estoque de Caldeiras aquatubulares e flamotubulares para qualquer aplicação industrial nas opções de locação e vendas atendendo diversas faixas de capacidade, pressão de trabalho e combustíveis. Opcionalmente podem acompanhar a Caldeira diversos equipamentos complementares customizados, tais como, economizadores, desaeradores, tancagem para combustível, tratamento de água, bem como, estações redutoras de vapor ou combustível (GN, GLP ou óleo) e de bombeamento aquecimento e transferência de óleo combustível.

  • 23 de outubro, 2015

    Bambu: O poder da energia de biomassa

    No século passado foram introduzidas as florestas plantadas no Brasil. Mais produtivas e de qualidade uniforme, que junto com produtos agrícolas como a cana-de-açúcar e diversos resíduos de outras culturas, permitem a sua transformação em cavacos de lenha, carvão vegetal, pellets, briquetes, álcool, biodiesel, entre outros combustíveis de origem vegetal.

    As florestas plantadas são monoculturas, com destaque para o eucalipto, que ocupa 80% das áreas plantadas, apresenta rápido crescimento e tem bom poder calorífico. O pinus ocupa em torno de 15% e as demais espécies apenas 5%. Na próxima década a área de florestas plantadas deve dobrar de tamanho, passando de sete para 14 milhões de hectares.

    Porém, apenas uma parte destas áreas são usadas para fins energéticos, sendo o restante encaminhado para fábricas de celulose e papel, móveis, chapas aglomeradas, bem como para a construção civil.

    Uma outra alternativa de biomassa, ainda pouco explorada, é o bambu. O seu uso no Brasil é anterior à vinda dos portugueses em 1500, ficando muito tempo restrito aos povos indígenas, que com ele faziam suas casas, arcos e flechas, cestas, etc. Existem mais de 200 espécies nativas de bambu em nosso país, distribuídas em todos os estados, e em torno de 1.500 no mundo.

    Uma reserva natural existente na Amazônia é a maior do mundo e abrange em torno de nove milhões de hectares, no Acre, na Bolívia e no Peru. A introdução de espécies exóticas no Brasil se deu somente a partir de 1814, com a imigração de uma colônia de chineses no Rio de Janeiro, que trouxe duas espécies de bambus tropicais da Ásia, hoje as espécies mais plantadas no país, com foco na produção de papel.

    O uso do bambu como biomassa para energia é relativamente recente, ocorrendo principalmente no setor cerâmico, devido à já mencionada redução no uso de lenha de matas nativas. O bambu é uma gramínea, de crescimento mais rápido do que o eucalipto e pode substituir a madeira em praticamente todos os usos, incluindo a geração de energia, pois o seu poder calorífico e a sua produtividade por hectare são competitivos.

    Uma outra característica atraente do bambu é a sua capacidade de recuperar áreas degradadas, podendo ser usado com vantagem na revegetação de áreas da mineração, em função de suas raízes superficiais, que ocupam apenas uma fina camada de solo, de até 50 cm de profundidade.

     

     

     

     

    23/10/2015

    Publicado originalmente no site “Inovação Tecnológica”

    http://celuloseonline.com.br/bambu-o-poder-da-energia-de-biomassa/

    SATHEL – Locação de Caldeiras

    A SATHEL dispõe de um grande estoque de Caldeiras aquatubulares e flamotubulares para qualquer aplicação industrial nas opções de locação e vendas atendendo diversas faixas de capacidade, pressão de trabalho e combustíveis. Opcionalmente podem acompanhar a Caldeira diversos equipamentos complementares customizados, tais como, economizadores, desaeradores, tancagem para combustível, tratamento de água, bem como, estações redutoras de vapor ou combustível (GN, GLP ou óleo) e de bombeamento aquecimento e transferência de óleo combustível.

  • 21 de outubro, 2015

    Usina de Itaipu bate recorde histórico de geração de energia

    São Paulo – A usina hidrelétrica Itaipu Binacional superou duas vezes o recorde histórico de geração horária de energia elétrica nesta terça-feira, devido à cheia de seus reservatórios, atualmente com 100 por cento da capacidade.

    A usina produziu 14.167 megawatts durante a tarde e 14.145 megawatts entre 12h e 13h.

    O recorde anterior foi estabelecido em março deste ano, e era de 14.116 megawatts.

    Com carga máxima, a binacional está respondendo por 17 por cento de toda a energia consumida no Brasil e mais de 75 por cento do mercado paraguaio.

     

     

     

    20/10/2015 18:43

    Publicado originalmente no site “Revista exame”

    http://exame.abril.com.br/economia/noticias/usina-de-itaipu-bate-recorde-historico-de-geracao-de-energia

     

    SATHEL – Locação de Caldeiras

    A SATHEL dispõe de um grande estoque de Caldeiras aquatubulares e flamotubulares para qualquer aplicação industrial nas opções de locação e vendas atendendo diversas faixas de capacidade, pressão de trabalho e combustíveis. Opcionalmente podem acompanhar a Caldeira diversos equipamentos complementares customizados, tais como, economizadores, desaeradores, tancagem para combustível, tratamento de água, bem como, estações redutoras de vapor ou combustível (GN, GLP ou óleo) e de bombeamento aquecimento e transferência de óleo combustível.

  • 15 de outubro, 2015

    TCU aprova renovar concessões de distribuidoras de energia

    Brasília – O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) deu sinal verde, nesta quarta-feira, à renovação dos contratos de concessão de 39 distribuidoras de energia elétrica, ao acolher parcialmente pedidos da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) quanto à definição das regras que as empresas deverão cumprir para obter a prorrogação.

    Os ministros do TCU retiraram a exigência de que a Aneel estabeleça previamente todos os regulamentos para o novo período de concessão das empresas, o que a agência alegava que poderia exigir entre 12 e 18 meses de discussões e trâmites burocráticos.

    Com isso, fica aberto o caminho para a Aneel fechar os detalhes do contrato que deverá ser assinado pelas empresas para mais um período de 30 anos de concessão.

    Entre as distribuidoras beneficiadas pela decisão estão empresas como Celg, Ceal e Ceron, do Grupo Eletrobras, e concessionárias dos grupos Energisa, Copel e Celesc, cujas concessões já estavam vencidas desde julho, além da mineira Cemig, cujo contrato atual acaba em 2016.

    O TCU também esclareceu que a Aneel deverá definir previamente, de preferência a cada cinco anos, metas de qualidade e equilíbrio financeiro que as empresas deverão cumprir para não ter a concessão cassada. O regulador já abriu uma audiência pública para definir essas regras, com a propostas de definir metas a cada ciclo de revisão tarifária das empresas.

    A renovação das concessões também abre caminho para a continuidade do processo de privatização da Celg, distribuidora goiana controlada pela Eletrobras que foi incluída no Plano Nacional de Desestatização.

     

     

     

    14/10/2015 16:02

     

    publicado originalmente no site Revista Exame: http://exame.abril.com.br/economia/noticias/tcu-aprova-renovar-concessoes-de-distribuidoras-de-energia

     

    SATHEL – Locação de Caldeiras

    A SATHEL dispõe de um grande estoque de Caldeiras aquatubulares e flamotubulares para qualquer aplicação industrial nas opções de locação e vendas atendendo diversas faixas de capacidade, pressão de trabalho e combustíveis. Opcionalmente podem acompanhar a Caldeira diversos equipamentos complementares customizados, tais como, economizadores, desaeradores, tancagem para combustível, tratamento de água, bem como, estações redutoras de vapor ou combustível (GN, GLP ou óleo) e de bombeamento aquecimento e transferência de óleo combustível.

  • 06 de outubro, 2015

    Energias renováveis serão 26% da produção elétrica em 2020

    Paris – As energias renováveis (eólica, solar, hidrelétrica, etc.) representarão 26% da produção de eletricidade no mundo em 2020 contra 22% em 2013, prevê a Agência Internacional de Energia (AIE), num relatório publicado nesta sexta-feira – que também pede políticas mais espontâneas.

     

    De hoje até 2020, 700 gigawatts de novas capacidades verdes serão instaladas – o equivalente a 700 reatores nucleares – e isso representará quase dois terços das novas capacidades acrescentadas ao sistema elétrico mundial nesta data, explica a AIE em seu relatório sobre as energias renováveis.

     

    O desenvolvimento de energias renováveis será particularmente importante nos países emergentes. A China sozinha representará 40% das novas capacidades instaladas.

     

    Em inúmeros países as energias renováveis, especialmente a eólico terrestre e a solar fotovoltaica, viram seus custos de produção diminuir fortemente e tornaram-se competitivas com relação a outros tipos de energia, explicou a AIE.

     

    É especialmente o caso da África do Sul, Brasil, Índia, Oriente Médio ou alguns estados dos Estados Unidos.
    A agência prevê que 230 bilhões de dólares serão mobilizados anualmente de hoje até 2020 para desenvolver as energias renováveis. No ano passado, os investimentos passaram para os 270 bilhões de dólares.

     

    A estimativa decorre “da diminuição do ritmo de instalações de novas capacidades mas também da redução dos custos de investimentos para as tecnologias mais dinâmicas”, especialmente a solar e eólica terrestre.

     

    A diminuição dos custos destas energias, já observada nos últimos anos, deve continuar.
    A AIE mostra-se menos otimista sobre os biocombustíveis, com um crescimento que continuará apesar da redução do preço do petróleo, mas num ritmo estável. Eles representarão 4% da demanda por combustíveis no setor de transporte terrestre em 2020.

     

    O sucesso do desenvolvimento de energias renováveis, e então da luta contra o aquecimento global, precisa “reduzir as incertezas em matéria de regulamentação, que freia uma maior implementação”, prevê a AIE.

     

    Caso a energia eólica e a solar fotovoltaica “não tiverem mais de um alto investimento público”, sua atratividade “dependerá fortemente dos aspectos regulamentares e do funcionamento do mercado”, considerou a agência.

     

    Nos países emergentes, os riscos hoje em dia são “os entraves regulamentares, as restrições de redes e as condições microeconômicas”, enquanto nos países desenvolvidos “o desenvolvimento rápido das energias renováveis obriga a fechar as centrais elétricas térmicas, colocando pressão sobre as empresas de energia”, detalhou a agência.

     

    PUBLICADO ORIGINALMENTE NO SITE “REVISTA EXAME”

    http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/energias-renovaveis-serao-responsaveis-por-26-da-producao-eletrica-em-2020

     

    SATHEL – Locação de Caldeiras

    A SATHEL dispõe de um grande estoque de Caldeiras aquatubulares e flamotubulares para qualquer aplicação industrial nas opções de locação e vendas atendendo diversas faixas de capacidade, pressão de trabalho e combustíveis. Opcionalmente podem acompanhar a Caldeira diversos equipamentos complementares customizados, tais como, economizadores, desaeradores, tancagem para combustível, tratamento de água, bem como, estações redutoras de vapor ou combustível (GN, GLP ou óleo) e de bombeamento aquecimento e transferência de óleo combustível.

  • 06 de outubro, 2015

    Consumo de energia elétrica cai 1,9% em setembro, diz CCEE

    São Paulo – O consumo de energia elétrica no Brasil caiu 1,9 por cento entre 1º e 29 de setembro, na comparação com o mesmo período do ano anterior, informou a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) em boletim divulgado nesta quinta-feira.
    Houve retração de 0,7 por cento na demanda do mercado regulado, no qual os consumidores são atendidos pelas concessionárias de distribuição, e de 5,3 por cento no mercado livre, onde empresas com grande demanda por energia negociam contratos diretamente com geradores e comercializadores.

     

    Publicado originalmente no site “Revista Exame”

    http://exame.abril.com.br/economia/noticias/consumo-de-energia-eletrica-no-brasil-cai-1-9-em-setembro-diz-ccee

     

    SATHEL – Locação de Caldeiras

    A SATHEL dispõe de um grande estoque de Caldeiras aquatubulares e flamotubulares para qualquer aplicação industrial nas opções de locação e vendas atendendo diversas faixas de capacidade, pressão de trabalho e combustíveis. Opcionalmente podem acompanhar a Caldeira diversos equipamentos complementares customizados, tais como, economizadores, desaeradores, tancagem para combustível, tratamento de água, bem como, estações redutoras de vapor ou combustível (GN, GLP ou óleo) e de bombeamento aquecimento e transferência de óleo combustível.

  • 06 de outubro, 2015

    Capacitor de celulose armazena mais energia que baterias

    Nanocelulose

    A celulose pode ser a base de uma nova classe de dispositivos de armazenamento de energia.

    Pesquisadores da Universidade McMaster, no Canadá, demonstraram que a celulose reduzida a fibras de dimensões nanométricas – também conhecida como nanocelulose – torna-se um elemento interessante para a fabricação de capacitores de alta densidade energética.

    Xuan Yang e seus colegas construíram capacitores tridimensionais aprisionando nanopartículas funcionais dentro das fibras de uma espuma feita com nanocelulose.

    A espuma é fabricada de forma simples, em uma única etapa, a partir de cristais de celulose. Vista ao microscópio, ela lembra um monte de arroz não cozido, mas cujos grãos são “colados” em pontos aleatórios, deixando um monte de espaço livre para acomodar as nanopartículas funcionais.

    As nanopartículas são uma mistura de nanotubos de carbono e dióxido de manganês.

     

    Energia sustentável

    Uma das grandes vantagens do novo dispositivo de armazenamento de energia é que, além da elevada resistência e da flexibilidade da celulose, o capacitor resultante é muito leve, o que é interessante para os carros elétricos, por exemplo.

    Embora ainda sejam necessários mais desenvolvimentos, os capacitores de espuma de nanocelulose apresentaram uma maior densidade de energia e um recarregamento mais rápido do que as baterias recarregáveis.

    “Em última instância, o objetivo desta pesquisa é encontrar formas de alimentar as tecnologias atuais e futuras de uma forma mais eficiente e mais sustentável,” disse a professora Emily Cranston, coordenadora da equipe.

    Quanto ao uso da celulose no campo da energia, além das baterias de papel, outras equipes já demonstraram a possibilidade de fabricar baterias com madeira e sal.

     

    Originalmente publicado no site “Inovação Tecnológica”

    http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=capacitor-celulose-armazena-mais-energia-baterias&id=010115150925#.Vg5dUOxViko

     

    SATHEL – Locação de Caldeiras

    A SATHEL dispõe de um grande estoque de Caldeiras aquatubulares e flamotubulares para qualquer aplicação industrial nas opções de locação e vendas atendendo diversas faixas de capacidade, pressão de trabalho e combustíveis. Opcionalmente podem acompanhar a Caldeira diversos equipamentos complementares customizados, tais como, economizadores, desaeradores, tancagem para combustível, tratamento de água, bem como, estações redutoras de vapor ou combustível (GN, GLP ou óleo) e de bombeamento aquecimento e transferência de óleo combustível.